sexta-feira, 11 de janeiro de 2013 0 comentários

Fluxos Populacionais ou migrações internacionais




O caso das migrações internacionais no mundo globalizado

Migração

     Imigrante é a pessoa que sai de seu país e entra em outro, temporariamente ou permanentemente, com intenção de trabalho, residência ou até mesmo para se refugiar.
      A emigração é o ato e o fenômeno de deixar seu local de residência para se estabelecer numa outra região ou nação.

Fatores de Atração e Repulsão

       Fator de Atração

       Melhores perspectiva de vida
     Oportunidade de trabalho
      Oportunidade de Estudar
      Perspectiva de aumento salarial

       Fator de Repulsão

       Crises Econômicas
       Guerras
       Desemprego
      Conflitos Étnico e Religioso
      E atualmente as catástrofes ambientais.

Mas será que os imigrantes dos países subdesenvolvidos normalmente possuem os melhores empregos quando chegam nos países desenvolvidos?
A resposta é: Na maior parte das vezes não.

Os imigrantes dos países subdesenvolvidos quando chegam nos países desenvolvidos, em muitos casos são tratados de maneira discriminatória causando o que chamamos de Xenofobia. A busca por melhores trabalhos se descreve em vários momentos com o sub-emprego.

Migrações internacionais de trabalhadores

•          Os fluxos populacionais mais expressivos em nível mundial são de trabalhadores.

•           Os principais fluxos migratórios são dos países subdesenvolvidos para os países desenvolvidos

Fluxos de Refugiados

      Os refugiados são aqueles indivíduos que sofrem perseguições de ordem política, religiosa, étnica e também atualmente temos os refugiados ambientais. No mundo atual podemos citar 3 principais fatores geopolíticos:
       O fim do socialismo
       A diminuição das ajudas financeiras para os países pobres
       A expansão do fundamentalismo Islâmico

Reflexão

Os fluxos populacionais de caráter internacional é mais uma das várias conseqüências da globalização. Este processo acarreta várias transformações no espaço geográfico mundial, tanto nos lugares de onde partem quanto nos locais de chegada dos imigrantes.
   Quais seriam estas modificações que os migrantes produzem tanto em seus locais de origem, quanto nos países que se instalam?

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Fluxos migratórios contemporâneos para o 3º ano - 2013



As migrações internacionais nos últimos dois séculos podem ser divididas em pelo menos três fases distintas. A primeira delas, do século XIX até a Segunda Guerra Mundial; a segunda, de 1945 até o início dos anos 1970 e, a última fase, seria aquela que vem ocorrendo nos últimos trinta anos.
A primeira fase teve como uma de suas características principais o fato de que a grande maioria dos imigrantes era originária do continente europeu. Cerca de 50 milhões de europeus deixaram o Velho Continente nesta fase. Essa intensa imigração teve como causa principal uma forte pressão populacional resultante da explosão demográfica pela qual os países do continente vinham passando desde meados do século XIX. É claro que a evolução dos meios de comunicação, especialmente aqueles relacionados à navegação transoceânica, em muito contribui para que esses fluxos acontecessem.
Os imigrantes eram originários de toda a Europa, mas os britânicos, italianos, alemães, espanhóis, russos e portugueses se constituíram em mais de 80% do total. De maneira geral, eles se dirigiram para países “novos” como os EUA, que recebeu aproximadamente 33 milhões de imigrantes, a Argentina (6,4 milhões), o Canadá (5,2 milhões), o Brasil (4,4 milhões) e a Austrália (3 milhões). Juntaram-se a estes fluxos aqueles formados por europeus que se dirigiram para as colônias.
Um pouco mais tarde o fluxo aumentou por conta dos asiáticos. Primeiramente os chineses e depois os japoneses imigraram para as terras do Novo Mundo. Por volta de 1880, a América do Norte recebeu cerca de meio milhão de asiáticos.
O fluxo se modificou no período entre-guerras. Sua principal característica foi a diminuição numérica dos imigrantes, não só pelo alívio das pressões demográficas na Europa, como também pelas conseqüências da Primeira Guerra Mundial. Também contribuiu de forma decisiva a adoção, por parte da maioria dos países tradicionalmente receptores, de leis que restringiam a imigração, especialmente para aqueles que se dirigiam para os EUA. Por fim, a crise econômica desencadeada em 1929, contribui de forma significativa para a redução dos fluxos migratórios.
Os fluxos migratórios da segunda fase (1945/70)

Depois da Segunda Guerra, os fluxos migratórios mudaram radicalmente. A Europa com o fim do conflito, precisava promover sua reconstrução e, para isso, era necessário um tipo de mão-de-obra não-qualificada para desenvolver determinadas ocupações que um europeu “médio” não estava mais disposto a exercer. O continente europeu deixava de ser uma área essencialmente repulsora de população.

A Europa recebeu nessa época cerca de 13 milhões de imigrantes . Os principais países receptores foram a ex-Alemanha Ocidental, a França, a Grã Bretanha, a Bélgica, a Suíça e a Holanda. Á guisa de comparação, no mesmo período, os EUA receberam quase 3 milhões de imigrantes a menos.
A origem dos imigrantes também mudou. O Terceiro Mundo forneceu a maior parte dessas dos imigrantes. As razões de saída dos imigrantes estiveram ligadas, entre outros motivos, à pressão demográfica que esses países passaram a sofrer. A bacia do Mediterrâneo forneceu aproximadamente 8 milhões de imigrantes (magrebinos, turcos, iugoslavos) e, ainda que a imigração de italianos e espanhóis para países e regiões mais desenvolvidas da própria Europa tenha diminuído sensivelmente nos anos 1960, os movimentos migratórios que tinham como origem Portugal se prolongaram pela década seguinte..Os outros fluxos em direção ao continente europeu vieram da África.
Já os imigrantes que se dirigiram aos EUA tinham como origem o Caribe, o México, a América do Sul e Central, além daqueles originários dos países do Oriente Médio, sul e sudeste asiáticos.
Os fluxos migratórios da dos últimos trinta anos
Por volta do meio da década de 1970, os fluxos migratórios denominados por alguns como “migrações de trabalho” diminuíram sensivelmente ou simplesmente estancaram em razão da crise econômica e do aumento do desemprego. A imigração clandestina passou a ser o componente maior das migrações que se dirigiam para a Europa e para os EUA.
Em função do fechamento das destinações tradicionais, a imigração passou a se dirigir para países como a Itália, Espanha, Portugal e Grécia, aproveitando a entrada desses três últimos na Comunidade Européia. Esses países passaram a ter a função de “escala temporária” em direção aos países tradicionais de acolhimento como a Alemanha e França.
Por outro lado, os choques do petróleo tiveram como efeito diversificar os fluxos, já que a “decolagem econômica” dos países produtores, como alguns do Golfo Pérsico, a Líbia, a Nigéria e Venezuela passaram a atrair imigrantes. Essa não foi uma migração durável e nem familiar já que em função de conjunturas econômicas desfavoráveis, muitos desses imigrantes foram obrigados a voltar a seus países de origem. Foi o que aconteceu, por exemplo, com os imigrantes de Gana expulsos da Nigéria ou os da Tunísia que tiveram que deixar a Líbia.
Cerca de 7 milhões de pessoas se dirigiram para países da região do Golfo Pérsico, sobretudo originários de países próximos dos produtores de petróleo, mas também da Ásia de Sul e Sudeste (filipinos, indianos e paquistaneses).
Atualmente, maioria dos imigrantes continua a se dirigir preferencialmente para os EUA e Europa. Em contrapartida, os países onde se originam os fluxos de saída são muito diversos. Um dos aspectos mais importantes dos recentes movimentos migratórios refere-se à composição da imigração. As leis restritivas, paradoxalmente, favoreceram a vinda legal de membros das famílias dos imigrantes já estabelecidos (mulheres e crianças) em detrimento de homens adultos que, por sua vez passaram a trilhar cada vez mais o caminho da imigração ilegal.
Nas últimas décadas do século XX, a “imigração familiar” correspondeu a 55% dos imigrantes entrados na Suíça, 70% na França e 90% na Bélgica. A acolhida de refugiados fez seu número aumentar em função da multiplicação dos conflitos regionais. No total, os EUA acolheram 5,8 milhões de pessoas entre 1980 e 1990 e, sem dúvida, quase esse mesmo número somente entre 1990/95.
As leis norte-americanas de 1980 e 1986 tentaram regularizar cerca de 4 milhões de imigrantes clandestinos. As quotas, revisadas periodicamente, são fixadas e privilegiam a chegada de mão-de-obra qualificada e diplomada. As admissões passaram a ser bastante seletivas e o imigrante do Terceiro Mundo pobre, sem formação e que não fala a língua do país que o acolhe, praticamente não tem chance de ser aceito. Dependendo do caso, o acolhimento só é possível para refugiados políticos, cuja importância numérica é cada vez maior.
Novos fluxos migratórios
Segundo a ONU, em 1995, havia entre 120 e 130 milhões de pessoas vivendo fora de seu país, não sendo contados aí aqueles indivíduos classificados como refugiados. A última década do século XX conheceu uma diversificação das destinações. Os países mediterrâneos componentes da União Européia passaram à condição de terra de acolhimento de imigrantes. Ao mesmo tempo, os fluxos migratórios se acentuaram na Ásia de sudeste e leste.
Novos fluxos migratórios ligados à abertura das fronteiras da Europa de Leste e da antiga URSS passaram a se dirigir especialmente para a Alemanha. Antes da queda do Muro de Berlim em 1989, existiam vivendo no Leste Europeu e Rússia, cerca de 4 milhões de alemães; desses, mais ou menos metade retornou ao solo da Alemanha unificada.
A Alemanha também acolheu aproximadamente 1 milhão de refugiados das guerras que se verificaram no território da antiga Iugoslávia, fato que reforçou ainda mais a condição de principal país de acolhimento de imigrantes no continente europeu. Hoje, em território alemão, existem cerca de 6,5 milhões de estrangeiros, cerca de 1/3 do total de imigrantes acolhidos por todos os 15 membros da União Européia.
Os fluxos migratórios ocasionados pelo fim do bloco comunista são ainda mal conhecidos, visto que o campo migratório continua aberto e amplo. Deve-se lembrar também que cerca de 1 milhão de judeus deixou a Rússia e dirigiu principalmente para Israel.
As autoridades russas estimam que as trocas de população entre a Rússia e as ex-repúblicas que compunham a URSS envolveram no mínimo 10 milhões de pessoas. Fora isso, não se deve esquecer que existe algo em torno de 15 milhões de russos vivendo nas ex-repúblicas soviéticas.
Entre 1991 e 2000, os fluxos migratórios mundiais em direção à Europa norte-ocidental devem ter sido da ordem de 15 milhões de pessoas, sendo que metade delas vindas do antigo bloco soviético e, o restante, originários do Magreb, África em geral e Ásia.

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As Migrações Mundiais - 3º ano




Os movimentos horizontais ou transladativos, são os deslocamentos definitivos ou temporários dos habitantes de um lugar para outro. É o caso do nomadismo, das migrações, da transumância e do êxodo rural.
O nomadismo é o movimento constante praticado pelos povos sem residência fixa. É o caso dos ciganos.
As migrações são movimentos de pessoas de uma região para outra. São internas quando ocorrem dentro de um mesmo país e externas quando se dá de um país para outro, daí o fato de existir:
  • emigração: a saída da população de um lugar;
  • imigração: a entrada ou chegada de estrangeiros num lugar.
Os estrangeiros que se encontram morando no Brasil foram emigrantes de seus países – Portugal, Espanha, Itália, Japão – e, quando aqui chegaram, tornaram-se imigrantes.
Os países de antiga colonização e de elevada densidade demográfica são, quase sempre, países de emigração, como Portugal, Espanha, Itália, Japão, China, Coréia do Sul, Alemanha, Holanda e muitos outros.
Os países de colonização recente e de baixa densidade demográfica são países de imigração, como Estados Unidos, Canadá, Brasil, Austrália, Venezuela e outros mais.
A emigração de um país pode ser causada por vários fatores, como crises econômicas, doenças epidêmicas. Perseguições políticas e religiosas. Os preconceitos raciais também provocam emigração.
A imigração no Brasil foi autorizada em 1808, com a vinda da Família Real. No entanto, só em 1818 chegaram os primeiros imigrantes. Eram suíços-alemães que se estabeleceram no atual Estado do Rio de janeiro, onde fundaram a cidade de Nova Friburgo.
Mas, somente com a necessidade de mão-de-obra para a cultura cafeeira, após 1850, é que se intensificaram as correntes imigratórias.
No governo Getúlio Vargas foi adotada a quota de imigração (1934), limitando a entrada de imigrantes em nosso país.
O Brasil recebe imigrantes das mais variadas origens, principalmente da:
  • Europa: portugueses e italianos;
  • América Latina: uruguaios, argentinos e chilenos;
  • Ásia: chineses e coreanos;
  • América do Norte: estadunidenses.
O órgão do governo que cuida da imigração no Brasil é o Incra – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.
É comum no Brasil, a dedicação de certos imigrantes a determinadas atividades econômicas. É por essa razão que relacionamos:
  • portugueses com padarias e bares;
  • espanhóis com restaurantes, ferro-velho, indústrias gráficas, de mecânica e de metalurgia;
  • japoneses com mercearias ou quitandas, tinturarias ou lavanderias, fotografias e eletrônica;
  • turcos (árabes e sírio-libaneses) com comércio de tecidos e de roupas;
  • chineses com pastelarias e restaurante.
As Migrações Internas
As migrações internas estão intimamente ligadas ao processo de mudança da economia brasileira e à criação de novos pólos de desenvolvimento.
As atividades econômicas que atraíram as migrações internas no Brasil foram:
  • a criação de gado no sertão do Nordeste, no século XVII, quando nordestinos deixaram a Zona da Mata, devido ã decadência da cana-de-açúcar;
  • a mineração, no século XVIII, quando nordestinos e paulistas deslocaram-se para Minas Gerais devido à descoberta de ouro;
  • a cultura do café na zona de terra roxa, que determinou novo movimento migratório (nordestinos e mineiros) para São Paulo e Paraná, em fins do século XIX e começo do atual;
  • a coleta do látex (borracha natural), em fins do século XIX e começo do século XX, quando nordestinos procuraram a Amazônia e conquistaram o Acre, que antes pertencia à Bolívia;
  • surto algodoeiro, na década de 30, atraindo nordestinos e mineiros para o Estado de São Paulo.
Atualmente, a construção de estradas, de hidrelétricas e de obras urbanas determina novas frentes de migração para o Norte do país.
Resumindo , podemos concluir que a região:
  • Sudeste é a de maior atração, portanto, com saldo migratório positivo;
  • Nordeste é a de maior dispersão, portanto, com saldo migratório negativo.
Transumância
A transumância é um movimento periódico e reversivo, causado por fatores climáticos, com a mudança das estações ou secas temporárias.
O pastor nômade das regiões montanhosas é um transumante. Ele vive com seu rebanho:
  • nas montanhas, durante o verão e o outono;
  • na planície, durante o inverno e a primavera.
No Brasil, a transumância ocorre entre o Sertão e a Zona da Mata do Nordeste.
Pequenos proprietários plantam suas roças na época das chuvas – o verão. Na época das secas – o inverno -, eles mudam-se para a Zona da Mata, onde trabalham como empregados nas plantações de cana-de-açúcar.
As famílias ficam no sertão, aguardando as colheitas e o retorno dos entes queridos. A volta para o sertão dá-se com o reinício das chuvas, quando iniciam novas plantações.
Esse movimento ficou conhecido em todo Brasil através da letra da música "Asa branca", cantada pelo saudoso Luiz Gonzaga:
“Hoje longe muitas léguas”.
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo,
Pra mim voltar pro meu sertão".
Êxodo Rural
O êxodo rural é o abandono do campo em busca das cidades. Tem sido muito comum no Brasil, após nosso grande surto industrial. As cidades em fase de crescimento e de industrialização oferecem melhores condições de trabalho e de vida. Em busca dessas condições, milhares de retirantes abandonam o "sossego" dos sítios e das fazendas e se aventuram pelas nossas cidades.
O sucesso esperado não ocorre com todos esses trabalhadores, quase sempre carregado de família. Em muitos casos, a situação piora muito.
O êxodo rural tem muitas conseqüências e todas elas são bastante negativas.
Para o campo, as conseqüências do êxodo rural são:
  • diminuição da população rural;
  • diminuição da mão-de-obra rural;
  • diminuição da produção agrícola, com elevação do custo de vida.
As conseqüências do êxodo rural mais desastrosas ocorrem nas cidades. São elas:
  • desemprego e subemprego, quando o mercado de trabalho é pequeno para a quantidade de mão-de-obra disponível;
  • falta de habitações, gerando preços elevados no aluguel ou na compra das habitações;
  • formação de favelas e de bairros operários, sem as benfeitorias da cidade;
  • desaparecimento do cinturão verde (chácaras e sítios que envolvem a cidade), devido à especulação imobiliária;
  • deficiências nos serviços públicos urbanos, como água encanada e esgoto, coleta de lixo transportes coletivos;
  • crises de abastecimento no mercado urbano, com falta de gêneros alimentícios e outros produtos;
  • marginalidade social, com delinqüência, mendicância e prostituição.
As cidades brasileiras que mais sofrem as conseqüências do êxodo rural são as capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Fortaleza e outras mais.
O aparecimento do bóia-fria é, também, conseqüência do êxodo rural.
Os bóias-frias são trabalhadores rurais que moram nas periferias das cidades.
Os deslocamentos desses trabalhadores entrem a cidade e o campo são feitos, muitas vezes, de maneira arriscada, em veículos sem nenhuma segurança.
A explosão demográfica
Explosão demográfica é o grande aumento da população da Terra, ocorrido principalmente no século XX.
É, na verdade, com se fosse uma bomba de pavio acesas prestes a explodir, daí a comparação da explosão com a população.
Até o século XIX, a mortalidade era extremamente elevada, pois a humanidade não tinha recursos suficientes para combater grande parte das doenças.
As grandes descobertas do nosso século, como a penicilina, as vacinas e os antibióticos. Diminuíram bruscamente o índice de mortalidade. Como a natalidade não foi reduzida, o resultado foi o aumento do crescimento vegetativo.
População brasileira no conjunto global


Ano
Efetivos em 1 000 hab.
% efetivo global no Brasil



Globo
Brasil

1800
1850
1900
906.000
1.171.000
1.608.000
3.600
7.100
17.438
0,397
0,606
1,084

1950
1960
1970
1980
1994
2000
2.517.000
2.990.000
3.600.000
4.280.000
5.188.000
5.590.000
6.129.000
51.944
70.119
93.139
121.113
150.368
155.000
179.487
2,063
2,345
2,587
2,829
2,898
2,772
2,2928












Recordando:
  • Emigração é a saída de população de um lugar.
  • Imigração é a entrada de estrangeiros para morar em um lugar.
  • China, Itália e Portugal são países de emigração.
  • Austrália e Estados Unidos são países de imigração.
  • Brasil passou a ser país de emigração.
  • Nordeste é a região que mais dispersou população do Brasil.
  • Êxodo rural tem mais conseqüências negativas.
  • Explosão demográfica é o aumento exagerado da população.

 
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